-Resumo das três gerações românticas no Brasil.
-A primeira geração romântica no Brasil é caracterizada principalmente na palavra liberdade, ela era nacionalista(ufanista e indianista)
Indianista porquê o índio era um herói com as características do cavaleiro medieval.
Também apresentava características como a idealização da mulher, evasão, exaltação da natureza, volta ao passado histórico, medievalismo, sentimentalista e religiosidade, também apresentanto fortes influências do trovadorismo.
Os principais poetas da 1° geração foram Gonçalves de Magalhães e Gonçalves Dias.
Ja na segunda geração romântica também conhecida como ultraromântica ou byroniana e os artistas foram marcado pelo mal do século, sentiam atração pela morte e apresentava características como:
-satanismo
-melancolia
-antropocentrismo
-inovadora(pois se desliga completamente do pensamento dos românticos antigos e do modo greco-romano de pensar)
E alguns dos grandes poetas eram Álvares de Azevedo e Casemiro de Abreu.
A terceira geração romântica também conhecida como geração hugoana é rompe com todo o sentimentalismo da segunda geração.
A terceira geração é uma geração muito voltada pra crítica social e apresenta características como:
-Abolicionista
-negação do amor platônico
-liberdade
-erotismo
-pecado
Além de ter como principal poeta Castro Alves
terça-feira, 31 de março de 2020
Período Simples
-O período é uma frase constituída por de uma ou mais orações, formando uma situação completa com sentido, podendo caracterizar um sentido simples ou composto, hoje falaremos sobre o período simples.
-Período simples é o período constituído com o uma oração que recebe o nome de oração absoluta.
Exemplos:
O amor é falho
As pessoas necessitam de amor
Quero viajar pelo mundo
-O período é uma frase constituída por de uma ou mais orações, formando uma situação completa com sentido, podendo caracterizar um sentido simples ou composto, hoje falaremos sobre o período simples.
-Período simples é o período constituído com o uma oração que recebe o nome de oração absoluta.
Exemplos:
O amor é falho
As pessoas necessitam de amor
Quero viajar pelo mundo
sexta-feira, 31 de maio de 2019
Gêneros Textuais e Tipologia textual.
O que são os gêneros textuais?
Os gêneros textuais são classificados conforme as características comuns que os textos apresentam em relação à linguagem e ao conteúdo.
Existem muitos gêneros textuais, os quais promovem uma interação entre os interlocutores (emissor e receptor) de determinado discurso.
São exemplos resenha crítica jornalística, publicidade, receita de bolo, menu do restaurante, bilhete ou lista de supermercado.
É importante considerar seu contexto, função e finalidade, pois o gênero textual pode conter mais de um tipo textual. Isso, por exemplo, quer dizer que uma receita de bolo apresenta a lista de ingredientes necessários (texto descritivo) e o modo de preparo (texto injuntivo).
Tipos de Gêneros Textuais
Cada texto possuiu uma linguagem e estrutura. Note que existem inúmeros gêneros textuais dentro das categorias tipológicas de texto. Em outras palavras, gêneros textuais são estruturas textuais peculiares que surgem dos tipos de textos: narrativo, descritivo, dissertativo-argumentativo, expositivo e injuntivo.
Texto Narrativo
Os textos narrativos apresentam ações de personagens no tempo e no espaço. A estrutura da narração é dividida em: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.
Alguns exemplos de gêneros textuais narrativos:
Texto Descritivo
Os textos descritivos se ocupam de relatar e expor determinada pessoa, objeto, lugar, acontecimento. Dessa forma, são textos repletos de adjetivos, os quais descrevem ou apresentam imagens a partir das percepções sensoriais do locutor (emissor).
São exemplos de gêneros textuais descritivos:
- Diário
- Relatos (viagens, históricos, etc.)
- Biografia e autobiografia
- Notícia
- Currículo
- Lista de compras
- Cardápio
- Anúncios de classificados
Texto Dissertativo-Argumentativo
Os textos dissertativos são aqueles encarregados de expor um tema ou assunto por meio de argumentações. São marcados pela defesa de um ponto de vista, ao mesmo tempo que tentam persuadir o leitor. Sua estrutura textual é dividida em três partes: tese (apresentação), antítese (desenvolvimento), nova tese (conclusão).
Tipologia textual.
Apresentam 5 tipos textuais e suas regras como veremos a seguir.
O Que É Tipologia Textual?
Como dito anteriormente, são as classificações recebidas por um texto de acordo com as regras gramaticais, dependendo de suas características. São as classificações mais clássicas de um texto: A narração, a descrição e a dissertação. Hoje já se admite também a exposição e a injunção. Ao todo são 5 (cinco) tipos textuais.NARRAÇÃO
Ao longo de nossa vida estamos sempre relatando algo que nos aconteceu ou aconteceu com outros, pois nosso dia-a-dia é feito de acontecimentos que necessitamos contar/relatar. Seja na forma escrita ou na oralidade, esta é a mais antiga das tipologias, vem desde os tempos das cavernas quando o homem registrava seus momentos através dos desenhos nas paredes.Regra gramatical para este tipo de texto (NARRAÇÃO):
Narrar é contar uma história que envolve personagens e acontecimentos. São apresentadas ações e personagens: O que aconteceu, com quem, como, onde e quando.
Segue a seguinte estrutura:
| NARRAÇÃO/NARRAR (CONTAR) | Personagens (com quem/ quem vive a história – reais ou imaginários) Enredo (o que/ como – fatos reais ou imaginários) Espaço (onde? /quando? ) |
Exemplo:
Minha vida de menina
Faço hoje quinze anos. Que aniversário triste! Vovó chamou-me cedo, ansiada como está, coitadinha e disse: "Sei que você vai ser sempre feliz, minha filhinha, e que nunca se esquecerá de sua avozinha que lhe quer tanto". As lágrimas lhe correram pelo rosto abaixo e eu larguei dos braços dela e vim desengasgar-me aqui no meu quarto, chorando escondida.
Como eu sofro de ver que mesmo na cama, penando com está, vovó não se esquece de mim e de meus deveres e que eu não fui o que deveria ter sido para ela! Mas juro por tudo, aqui nesta hora, que eu serei um anjo para ela e me dedicarei a esta avozinha tão boa e que me quer tanto.
Vou agora entrar no quarto para vê-la e já sei o que ela vai dizer: "Já estudou suas lições? Então vá se deitar, mas antes procure alguma coisa para comer. Vá com Deus". Helena Morley
Faço hoje quinze anos. Que aniversário triste! Vovó chamou-me cedo, ansiada como está, coitadinha e disse: "Sei que você vai ser sempre feliz, minha filhinha, e que nunca se esquecerá de sua avozinha que lhe quer tanto". As lágrimas lhe correram pelo rosto abaixo e eu larguei dos braços dela e vim desengasgar-me aqui no meu quarto, chorando escondida.
Como eu sofro de ver que mesmo na cama, penando com está, vovó não se esquece de mim e de meus deveres e que eu não fui o que deveria ter sido para ela! Mas juro por tudo, aqui nesta hora, que eu serei um anjo para ela e me dedicarei a esta avozinha tão boa e que me quer tanto.
Vou agora entrar no quarto para vê-la e já sei o que ela vai dizer: "Já estudou suas lições? Então vá se deitar, mas antes procure alguma coisa para comer. Vá com Deus". Helena Morley
DESCRIÇÃO
a intenção deste tipo de texto é que o interlocutor possa criar em sua mente uma imagem do que está sendo descrito. Podemos utilizar alguns recursos auxiliares da descrição. São eles:A-) A enumeração:
Pela enumeração podemos fazer um “retrato do que está sendo descrito, pois dá uma ideia de ausência de ações dentro do texto.
B-) A comparação:
Quando não conseguimos encontrar palavras que descrevam com exatidão o que percebemos, podemos utilizar a comparação, pois este processo de comparação faz com que o leitor associe a imagem do que estamos descrevendo, já que desperta referências no leitor. Utilizamos comparações do tipo: o objeto tem a cor de ..., sua forma é como ..., tem um gosto que lembra ..., o cheiro parece com ..., etc.
C-) Os cinco sentidos:
Percebemos que até mesmo utilizando a comparação para poder descrever, estamos utilizando também os cinco sentidos: Audição, Visão, Olfato, Paladar, Tato como auxílio para criação desta imagem, proporcionando que o interlocutor visualize em sua mente o objeto, o local ou a pessoa descrita.
Por exemplo: Se você fosse descrever um momento de lazer com seus amigos numa praia. O que você perceberia na praia utilizando a sua visão (a cor do mar neste dia, a beleza das pessoas à sua volta, o colorido das roupas dos banhistas) e a sua audição (os sons produzidos pelas pessoas ao redor, por você e pelos seus amigos, pelos ambulantes). Não somente estes dois, você pode utilizar também os outros sentidos para caracterizar o objeto que você quer descrever.
Regra Gramatical para este tipo de texto (Descrição):
Descrever é apresentar as características principais de um objeto, lugar ou alguém.
Pode ser:
Objetiva: Predomina a descrição real do objeto, lugar ou pessoa descrita. Neste tipo de descrição não há a interferência da opinião de quem descreve, há a tendência de se privilegiar o que é visto, em detrimento do sujeito que vê.
Subjetiva: aparecem, neste tipo de descrição, as opiniões, sensações e sentimentos de quem descreve pressupondo que haja uma relação emocional de quem descreve com o que foi descrito.
Características do texto descritivo:
- - É um retrato verbal
- - Ausência de ação e relação de anterioridade ou posterioridade entre as frases
- - As classes gramaticais mais utilizadas são: substantivos, adjetivos e locuções adjetivas
- - Como na narração há a utilização da enumeração e comparação
- - Presença de verbos de ligação
- - Os verbos são flexionados no presente ou no pretérito (passado)
- - Emprego de orações coordenadas justapostas
Referências
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Qual a diferença entre fonema e letra?
-Os fonemas representam os sons que nós ouvimos, enquanto as letras representam os sinais gráficos de uma língua. Ao escrever, nós usamos as letras para representar graficamente os fonemas que escutamos.
O número de letras e fonemas de uma palavra pode ser o mesmo, ou variar. Isso porque algumas letras não representam fonemas, já outros fonemas podem ser representados por mais de uma letra.
Veja essas palavras como exemplo:
| Letras | Fonemas |
|---|---|
| Táxi | /t/ /a/ /k/ /s/ /i/ |
| Hoje | /ho/ /j/ /e/ |
| Compra | /c/ /õ/ /p/ /r/ /a/ |
O que são fonemas?
Os fonemas são a menor unidade de som que existe em uma palavra, sendo responsável pela distinção entre um vocábulo e outro. Por exemplo, as palavras rato e mato são distinguidas por causa dos fonemas /r/ e /m/.
Mas os fonemas não devem ser confundidos com as letras em si, pois eles são apenas o modo como os sons são reproduzidos. Um fonema pode ser representado por mais de uma letra do alfabeto, como por exemplo, o fonema /z/ pode ser representado pelas letras z, s, x, como no caso das palavras zero, mesa e exame.
Por outro lado, uma letra pode representar mais de um fonema, como por exemplo, na palavra sapato, a letra s representa o fonema /s/, enquanto na palavra Brasil, a letra s representa o fonema /z/.
O que são letras?
Letras são os sinais gráficos das palavras; são a forma como os fonemas são escritos. Quando falamos sobre as letras em uma palavra, como as letras b, c ou d, estamos descrevendo a maneira como a palavra parece, não a maneira como a escutamos.
O número de letras em uma palavra nem sempre é o mesmo número de fonemas, por exemplo, a palavra táxi é formada por 4 letras (t/a/x/i), porém ela possui 5 fonemas (/t/a/k/s/i/).
Algumas letras não representam fonemas
O m, n, em determinadas palavras, não representam fonemas. Isso porque elas apenas indicam a nasalização das vogais que vem antes delas. Como exemplo, temos as palavras bomba e nunca.
O h, quando aparece no início palavras, também não representa um fonema, pois não o pronunciamos. Por exemplo, a palavra hora possui 4 letras (h/o/r/a), porém como não falamos o h, ela possui apenas 3 fonemas (ho/r/a/).
Fonemas e sua representação por letras
Na língua portuguesa nós temos 12 fonemas vocálicos e 19 fonemas consonantais. Os fonemas vocálicos e suas representações por letras são:
| Fonemas | Letras |
|---|---|
/a/
| A |
| /e/ | E |
| /é/ | E / É |
| /i/ | I |
| /o/ | O |
| /ó/ | O / Ó |
| /u/ | U |
| /ã/ | Ã / AM / AN |
| /ẽ/ | EM / EN |
| /ĩ/ | IM / IN |
| /õ/ | OM / ON |
| /ũ/ | UM / UN |
Já os fonemas consonantais e suas representações são:
| Fonemas | Letras | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| /p/ | P | |||||
| /b/ | B | |||||
| /m/ | M | |||||
| /f/ | F | |||||
| /v/ | V | |||||
| /t/ | T | |||||
| /d/ | D | |||||
| /n/ | N | |||||
| /nh/ | NH | |||||
| /l/ | L | |||||
| /lh/ | LH | |||||
| /r/ | R | |||||
| /rr/ | RR / R | |||||
| /z/ | Z / S/ X | |||||
| /s/ | S / SS / Ç / C / SC / SÇ / X / XC | |||||
| /j/ | J / G | |||||
| /x/ | X / CH | |||||
| /g/ | G / GU | |||||
| /q/ Uso dos Porquês "Por que" separado
“O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”, explica o professor.
Isso vale para perguntas diretas - “Por que você não foi?" vira "Por que razão você não foi?" e "Por que você não pagou a conta?" vira "Por que motivo você não pagou a conta?".
E também para frases terminadas com ponto final - “Você sabe por que eu ajo assim” vira “Você sabe por qual razão eu ajo assim” ou “Você sabe por qual motivo eu ajo assim”.
“E existe ainda um outro ‘por que’ separado", acrescenta Pasquale. “Lembra aquela música? ‘Só eu sei as esquinas por que passei’, lembra?”.
Com esse exemplo, ele explica que o “por que” também é separado quando equivale a "pelo qual", "pela qual", "pelos quais", "pelas quais".
No caso da música, a letra também poderia ser: “Só eu sei as esquinas pelas quais passei”.
"Porque" junto
O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação.
Um exemplo: "Eu não fui porque estava doente".
De acordo com o professor, "Porque estava doente" é a oração que indica a razão pela qual ele não foi.
Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.
Com isso, é possível existir “porque” junto mesmo em frases que terminam com interrogação, como esta: “Será que ela está chateada comigo porque eu não fui ao aniversário dela?”
Alguns professores recomendam tentar trocar o "porque" junto por "pois". Se der certo, está correto o uso do "porque" junto.
"Por quê" separado com acento
O “por quê” separado e com acento é um “por que” separado localizado antes de uma pausa na fala ou na escrita.
“É preciso que haja uma pausa, um ponto final, um ponto de interrogação..." explica Pasquale.
Exemplo: “Por quê?”
Só isso. É o mesmo que perguntar "Por qual razão?", "Por qual motivo?".
De acordo com o professor, esse "quê" vira tônico na entonação. Assim, quando há um “por que” separado encerrando uma frase, ele ganha o acento e passa a ser “por quê”.
"Porquê" junto com acento
Nesse caso, o “porque” vira sinônimo da palavra "motivo".
O professor exemplifica: “Qual é o porquê de tanta tristeza?".
É o mesmo que perguntar “Qual é o motivo de tanta tristeza?".
Reportagem: Paula Reverbel / Imagens e edição: Isadora Brant
Uso de Mau e Mal
Para não se confundir no emprego dessas duas palavras, é importante atentar ao significado e ao contexto que aparecem. Mau é sempre adjetivo, e significa “ruim”, “imperfeito”, que causa prejuízos. É antônimo de bom, faz o plural com maus e o feminino é má.
Ex: Aquele artista sempre fazia o papel de homem mau.
Já mal, pode ser classificada como advérbio de modo, quando significa “incorretamente”, “erradamente”. Nesse caso, é invariável e seu antônimo é o advérbio bem. Como advérbio, refere-se sempre a um verbo.
Ex: Ela comia muito mal.
Também existe a possibilidade de se utilizar o verbete mal como substantivo, principalmente quando este significa “nocivo”, “prejudicial”, ou usado como sinônimo de “doença”, “enfermidade”. Como substantivo, admite o plural males e pode vir precedido de artigo, adjetivo ou pronome. Seu antônimo também é o substantivo bem.
Ex: “Você é minha droga, paixão e Carnaval; meu zen, meu bem, meu mal”(Caetano Veloso)
Há uma regrinha bem fácil e que você pode usar sempre, sem crise: substitua mal por bem e mau por bom; a dúvida desaparece quase como mágica, imediatamente
Uso do x/ch e x/c
EMPREGO DO X E DO CH
Deve-se empregar o "x" após os ditongos (encontros vocálicos = vogal + semivogal em uma mesma sílaba).
Exemplos: ameixa, feixe, caixa, trouxa, frouxo, gueixa, peixe, peixada, queixo, queixada, eixo, baixo, encaixar, paixão, rebaixar etc.
EXCEÇÃO: recauchutar (mais seus derivados) e caucho (espécie de árvore que produz o látex).
Emprega-se também o x:
_ Após as sílabas "en" e "me";
Exemplos: enxada, enxurrada, enxame, enxaqueca, enxerido, enxovalho, enxugar, mexer, mexilhão, mexerico, mexerica, mexicano etc.
Observação: Palavras como "enchente, encharcar, enchiqueirar, enchapelar, enchumaçar", embora se iniciem pela sílaba "en", são grafadas com "ch", porque são palavras formadas por prefixação, ou seja, pelo prefixo en + o radical de palavras que tenham o ch (enchente, encher e seus derivados = prefixo en + radical de cheio; encharcar = en + radical de charco; enchiqueirar = en + radical de chiqueiro; enchapelar = en + radical de chapéu; enchu- maçar = en + radical de chumaço).
EXCEÇÃO: Em relação à regra da sílaba "me", uma exceção é O SUBSTANTIVO "mecha"; não confundir com a forma verbal "mexa" do verbo mexer que deve ser grafada com x.
_ Nas palavras de origem indígena ou africana e nas palavras inglesas aportuguesadas.
Exemplos: xavante, xingar, xique-xique, xará, xerife, xampu.
Outras palavras com X: bexiga, bruxa, caxumba, laxativo, laxante, maxixe, paxá, muxoxo, quixotesco, rixa, xarope, xícara, xucro, xereta, capixaba, faxina, lixo, graxa, praxe, puxar, relaxar, roxo, xaxim, xenofobia.
Outras palavras com CH: charque, chiste, chicória, chimarrão, ficha, cochicho, cochichar, estrebuchar, fantoche, flecha, inchar, pechincha, pechinchar, penacho, salsicha, broche, arrocho, apetrecho, bochecha, brecha, chuchu, cachimbo, comichão, chope, chute, debochar, fachada, fechar, linchar, mochila, piche, pichar, tchau.
Existem vários casos de palavras homófonas, isto é, palavras que possuem a mesma pronúncia, mas a grafia diferente. Nelas a grafia se distingue pelo contraste entre o x e o ch.
Exemplos:
- brocha (pequeno prego)
- broxa (pincel para caiação de paredes)
- chá (planta para preparo de bebida)
- xá (título do antigo soberano do Irã)
- chalé (casa campestre de estilo suíço)
- xale (cobertura para os ombros)
- chácara (propriedade rural)
- xácara (narrativa popular em versos)
- cheque (ordem de pagamento)
- xeque (jogada do xadrez)
- cocho (vasilha para alimentar animais)
- coxo (capenga, imperfeito)
- tacha (mancha, defeito; pequeno prego); daí "tachar": colocar defeito
ou nódoa em alguém ou em algo.
- taxa (imposto, tributo); daí "taxar": cobrar impostos.
O emprego das letras S e Z pode levantar uma série de dúvidas. Isso acontece principalmente porque há palavras que são escritas com S mas tem som de Z.
Para te ajudar nisso, o Toda Matéria tem para você as regras, seguidas de exemplos e exercícios. Vamos começar?
Quando usar S
1. Nas palavras derivadas de outra que seja escrita com S.
Exemplos:
2. Nas palavras cujos sufixos indiquem nacionalidade, origem ou título (-ês, -esa), adjetivo (-ense, -oso, -osa) ou ocupação feminina (-isa).
Exemplos:
3. Depois de ditongo.
Exemplos:
4. Nas palavras que decorrem da conjugação dos verbos pôr e querer.
Exemplos:
Quando usar Z
1. Nas palavras derivadas de outra que seja escrita com Z.
Exemplos:
2. Nas palavras cujos sufixos -ez, -eza formem substantivos abstratos a partir de adjetivos.
Exemplos:
3. Nas palavras cujo sufixo -izar forme verbos.
Exemplos:
4. Nas palavras cujo sufixo -ização forme substantivos.
Exemplos:
Referências: Uso do S e do Z - Toda Matéria Principais Regras de Ortografia “Mal” ou “Mau” | Guia do Estudante Professor Pasquale responde: quando usar 'porque', 'por que' 'porquê' e 'por quê'? - BBC News Brasil Veja a diferença entre Fonemas e Letras - Diferença | C / QU |
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